• Karla Kratschmer

Déjà vu?

Atualizado: 12 de Nov de 2018



Depois de passar por relacionamentos conflituosos finalmente a pessoa encontra alguém com qualidades e valores compatíveis a ela; mas tudo vai bem até a segunda página, e tomado por incansáveis brigas o relacionamento chega ao fim.

Depois do término a pessoa não sabe explicar o real motivo, que agora parece não fazer sentido.


A pessoa foi chamada para o emprego dos sonhos e atrasa, esquece, ou até comete falhas bobas durante a entrevista. De repente pensa “pareço sempre estar passando por isso”.

Déjà vu? Não, é só a sua história se repetindo.


Esse é o tipo de comportamento que chamamos de autossabotagem; atitudes inconscientes que te levam a ter retornos negativos. É como se parte em você não te enxergasse como merecedora.

Sabe aquela frase insanidade é fazer a mesma coisa repetidamente e esperar resultados diferentes? É bem por aí. A situação se repete mesmo a experiência anterior tendo sido negativa e a pessoa tendo prometido a ela mesma que aprenderia com o erro.

É também facilmente percebido na clínica: pacientes que se esquecem da consulta, ou que ao obter mudanças significativas começam a ter comportamentos negativos, e até mesmo desistem da terapia. Não é muito difícil ouvir “por que estou fazendo isso comigo, agora que tudo está caminhando tão bem?”.


A autossabotagem está presente no dia a dia em maior e menor intensidade, e o motivo é diferente para cada pessoa, pois está ligada a história de vida de cada uma; por exemplo, se em algum momento da vida algo tiver acontecido que a fez se sentir não merecedora, toda vez que algo muito bom está para acontecer a pessoa inconscientemente se autossabota.

Também pode estar ligada a sentimentos inconscientes como o medo e a culpa; por exemplo, uma pessoa que é a única profissionalmente bem sucedida da família começa a perder boas oportunidades (culpa), ou que teve uma experiência traumática em alguma viagem e ao ganhar uma viagem com tudo pago perde a data de embarque (medo).


Diante disso tudo, o que fazer?


A decisão de buscar autoconhecimento é sempre o primeiro grande passo. Tenha consciência de que muitas coisas não acontecem por acaso e que não só consciente, mas também inconscientemente, o ser humano está em busca de algo.

A partir daí passe a observar os próprios comportamentos; quando surgiu, o que você sentiu no momento (é importante nomear o sentimento), etc.

Quanto mais você se conhecer, mais fácil será lidar com sentimentos e comportamentos que influenciam positiva ou negativamente no seu dia a dia.


Karla Kratschmer | Psicóloga – CRP 06/121815

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